sábado, 22 de abril de 2017

sábado, 15 de abril de 2017

sexta-feira, 14 de abril de 2017

quinta-feira, 6 de abril de 2017

6 - Six / Seis - 6































Poema de Ana Caneiras

domingo, 2 de abril de 2017

quarta-feira, 8 de março de 2017

segunda-feira, 6 de março de 2017

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Ciência Viva para pessoas curiosas

Infografia de Alberto Faria para o Público

Uma viagem por Portugal pode ser feita de várias formas. Em livros, de carro, de comboio, pelas tradições ou com um GPS no telemóvel. E se tudo isto se juntasse? Pois, foi mesmo isto que a Rede de Centros de Ciência Viva ponderou. Daí saíram os Circuitos Ciência Viva – um projecto que conta com 18 circuitos, 54 percursos, 200 etapas e muitos desafios. A viagem pode ser feita com um guia em papel, uma aplicação no telemóvel e um cartão com descontos.
A ideia dos Circuitos Ciência Viva surgiu a partir da Rede de Centros Ciência Viva já instalada pelo país. “Muitas vezes, as pessoas não vêem esta rede como um todo porque apenas a conhecem dentro do seu espectro regional”, começa por dizer-nos Filipa Dias, coordenadora dos Circuitos de Ciência Viva.
A Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica foi criada em 1996, pelo então ministro da Ciência José Mariano Gago (1948-2016), para aproximar todas as pessoas do mundo da ciência. Uma agência só para a cultura científica é considerada por muitos como algo inovador, uma vez que muitos países não têm uma.
Depois, foram surgindo os Centros Ciência Viva pelo país. A ciência foi ter com as pessoas e, actualmente, existem Centros Ciência Viva num antigo mosteiro, numa aldeia mineira ou numa fábrica. Só em 2016 um pouco mais de 549 mil pessoas visitaram os Centros Ciência Viva em todo o país, segundo a agência Ciência Viva. O mais visitado foi o de Lisboa, o Pavilhão do Conhecimento, que teve 220 mil visitantes no ano passado.
Mas a agência Ciência Viva pretendia dar um novo incentivo à divulgação da ciência. E não queria apenas levar as pessoas a visitar os centros e a participar nas suas actividades. Algo mais teria de ser pensado. Por que não trabalhar com o que cada região dos centros tem para dar? “Desafiámos os centros Ciência Viva a olharem à sua volta e a seleccionarem pontos de interesses e instituições”, conta Filipa Dias. “Um projecto desta envergadura não se faz sozinho. É um projecto claramente construído em rede.”
Como tal, foi definido um conceito – o de “turismo de conhecimento”. Neste tipo de turismo, os centros seriam o ponto de partida, os “anfitriões”, como Filipa Dias os nomeia. As actividades de ciência, tecnologia e cultura dos centros estariam no centro das atenções, mas teria de existir interligações com os museus mais próximos, a geografia da região, as histórias dos seus habitantes e as tradições das localidades. “Quisemos de alguma forma formalizar a rede de centros com um conteúdo diferente. Uma das mais-valias deste projecto é que já tínhamos um conteúdo produzido”, explica a sua coordenadora.
Também Filipa Dias percorreu todos os 20 centros Ciência Viva existentes em Portugal continental (Bragança, Guimarães, Vila do Conde, dois no Porto, Aveiro, dois em Coimbra, Proença-a-Nova, Alviela, Constância, Sintra, dois em Lisboa, Estremoz, Lousal, Lagos, Faro, Tavira) e nos Açores. Juntamente com Filipa Dias, foi Leonel Alegre que viria a escrever os textos, e Vera Menino que seria a fotógrafa. Os três foram à descoberta do que havia em volta. Ao fim de um ano de viagens e perguntas (muitas perguntas), foi possível desenhar 18 circuitos (alguns centros juntaram-se, como os de Coimbra), cada um oferece três percursos, com uma dificuldade entre o fácil, o médio e o difícil. Nestes três percursos de cada circuito, um é para todo o dia, outro para a manhã e ainda um outro para a tarde.
Para isto, terá de se adquirir o kit dos Circuitos Ciência Viva no valor de 50 euros (que dá para toda a família, duas pessoas ou uma só) e que tem um guia com histórias dos centros, dos museus e das localidades onde os centros Ciência Viva se instalaram. Há também uma aplicação para o telemóvel com mapas, percursos e desafios. E um cartão com descontos em cerca de 100 instituições de ciência, cultura e lazer, como museus ou reservas naturais, assim como descontos em alojamento, alimentação e viagens. E, claro, entrada livre em todos os centros Ciência Viva. Este cartão tem a duração de um ano e depois terá de ser renovado. Até ao momento, o kit dos Circuitos de Ciência Viva pode ser comprado no site do projecto ou nos centros Ciência Viva. A aplicação já está disponível em inglês e, em breve, o guia também.
Filipa Dias não tem dúvidas: “Estes circuitos são para pessoas curiosas.” O que interessa é ter vontade de descobrir o local, seja em família, com o grupo de amigos ou até mesmo sozinho. “O ritmo com que a pessoa faz o percurso e a profundidade com que desenvolve o tema estão ao critério de cada um”, diz Filipa Dias. “Depois, tentamos chamar a atenção para o que é melhor, se for no Inverno dá para ver as camélias, ou se quiser ver as salinas mais vale ir na Primavera ou no Verão.”
“Nunca vai ser uma viagem igual”, avisa Filipa Dias. Além de cada pessoa poder escolher os seus percursos e visitar as exposições permanentes nos centros ou nos museus, no site há uma agenda com os eventos dos centros em todo o país. Mas ainda há um trunfo nestes circuitos: a ligação dos centros Ciência Viva com a comunidade. “A Ciência Viva tem uma grande tradição de ligação com as comunidades. Afinal, tudo tem uma ciência”, salienta Filipa Dias. A ciência do pescador em Tavira ou a do artesão do barro em Estremoz vão estar nestes percursos. Além disso, este projecto também quer diferenciar-se pela sua actualização: “Podemos criar sempre mais percursos, sendo que a própria Rede de centros Ciência Viva está em crescimento.”
Esse crescimento é confirmado por Rosalia Vargas, presidente da Agência Ciência Viva: “A rede é um projecto em crescimento e já estamos a trabalhar em novos centros de ciência.” Já se perspectiva a ampliação da rede para Braga, a Serra da Estrela e Peniche, assim como o alargamento do centro de Guimarães ou a reabertura do centro do Porto. “No momento em que temos uma rede de centros como esta, já podemos dizer que temos massa crítica suficiente para trabalhar a própria ideia de rede”, destaca.
No turismo do conhecimento que se pode fazer com estes circuitos, Rosalia Vargas afirma: “A ciência está à nossa volta e na Ciência Viva queremos democratizar o saber. É como quem vai à descoberta de tesouros”, salienta. Quer seja através do guia, da aplicação ou da indicação de um cientista num centro Ciência Viva, de um técnico de museu ou um habitante local, Rosalia Vargas tem uma certeza: “São muitos os tesouros nestes circuitos, sendo o maior deles o conhecimento que temos para partilhar.”

 


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Slava Polunine, palhaço filósofo

For clown philosophers like Slava Polunin, happiness is both an art form and a mission statement. Through constant and playful practice, Polunin has dedicated the past 40 years of his life to nurturing the art of foolishness. Blurring the line between fantasy and real life, Polunin’s famous shows have brought joy to millions of people around the world.

In this short film by the American Theatre Wing, enter the whimsical world of Slava Polunin and follow clowns Brent McBeth, Joel Jeske, and David Shiner through their routines. Rooted in physical comedy, clowning has been transcending cultural barriers since ancient times. Speaking the universal language of laughter, clowns bring people together to share in the joy and absurdity of the human condition. As said by Big Apple Circus clown Joel Jeske, "Clowns fall down so we don't have to."

Credits: Directed and produced by Margarita Jimeno; cinematography by Daniel Takács and Adam Jandrup; edited by Sofia Subercaseaux; music composition by Julio Monterrey.



quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Pint-sized goodbyes, love it :)

And ...
"Peace out, Brussel sprout."
"Scoot your bootie, little cutie."


terça-feira, 19 de julho de 2016

Rainbow Whale :)

drone footage ;)



segunda-feira, 18 de julho de 2016

Museu de Videojogos e Tecnologia

Já fomos e recomendamos :) Clicar para saber mais:



terça-feira, 24 de maio de 2016

terça-feira, 12 de abril de 2016

História de uma princesa obesa e de um dragão que cuspia bolas de sabão

Esta maravilha que nos chegou pelo correio!

Com ilustrações de Andreia Faria

Tudo, tudo, aqui :)


quarta-feira, 6 de abril de 2016

Five!

A Lilian Flor faz cinco anos cinco!


sábado, 2 de abril de 2016

terça-feira, 8 de março de 2016

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

As Crianças e os Brinquedos / Children and their Toys

A galeria aqui / The whole Gallery here (text in Portuguese)


Chiwa vive no Malawi em condições deploráveis: não tem água canalizada nem eletricidade. O seu tempo livre é quase sempre passado com as outras crianças da aldeia onde vive. Chiwa só tem três brinquedos, que foram oferecidos por voluntários quando nasceu. O seu preferido é o dinossauro, que a protege dos animais perigosos.
Jaqueline é filipina e tem uma grande coleção de brinquedos. O seu boneco preferido é a fada Tinker Bell oferecida pela sua melhor amiga. O pai, que trabalha na indústria da moda, costuma fotografá-la com bastante regularidade. O seu sonho é tornar-se modelo.
Maudy nasceu numa pequena aldeia na Zâmbia onde ter brinquedos é considerado um luxo. Desde pequena que tem o hábito de brincar na rua com as outras crianças com quem vai à escola. Maudy e os seus amigos encontraram uma caixa de óculos de sol que depressa se tornou um dos seus brinquedos preferidos.
Orly é de origem mexicana mas vive no estado do Texas com a sua família. Devido à corrupção e violência que se faz sentir no México, a sua mãe espera que o menino nunca visite o território. O seu quarto está repleto e decorado com diversos tipos de dinossauros. Orly acredita que estes animais o protegem dos fantasmas e dos mexicanos que o podem raptar durante a noite.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

3 exercises in mindfulness

1. Breathe like a bee.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2. Create magnetic hands.



















3. Dissolve a thought.

On Mindfulness


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

sábado, 6 de fevereiro de 2016

8!