Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Sábado, 26 de Setembro de 2009
Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
Baby Echidna
Telegraph
Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
The days when children were taught to write properly are long gone. Does it matter? Yes, says Umberto Eco
Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
Seven not-so-secret secrets for parenting girls
Children are what we say they are. Begin now to take every opportunity to inform your daughter of her strengths. She will view herself as you view her. Send messages of self-confidence and heartiness.
Encourage your daughter to do for herself and to try new challenges. Continue to send messages of strength. She will grow to learn that she is capable of doing anything.
Parents have a responsibility to teach their daughters to think. Ask them questions. By questioning, praising, and probing you will help your daughter sharpen her ideas, refine her thinking, learn to express her opinions, value her intelligence and achieve more.
No matter what a girl's age it's important to encourage her to learn. Read together about important things. Read about active, hearty females. Read about women inventors, artists, and writers. Read about women in leadership. Read about some great women role models here and here.
Do not allow your daughter the opportunity not to choose education. Frame your conversations with her about her future with expectations of higher education. Teach early that college follows high school. Enough said.
Show your daughter that females can and do select careers in all fields. Point this out whenever you can. Let your daughter know that she can choose what she wants to do. Encourage math and science fields. Read about women in these fields.
Help your daughter become aware of gender bias. Girls need to recognize it in order to respond to it.
A synopsis by Ode Magazine
Domingo, 13 de Setembro de 2009
Why won't feminists admit the pleasure of infants?
(...)
People often compare having a new baby to the early days of a love affair, which is true as far as it goes, but one’s physical fixation on, and craving for, a newborn is much stronger and more intense that that. How often in a love affair can you literally find yourself in tears because you were away from a man for three hours?
Read all at Double X
Little Red Riding Hood / O Capucinho Vermelho
Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009
Rule #56: Join Forces With the Monster Under the Bed
Every parent needs an ally, and there’s no better source of unknown evil to a toddler or small child than the monster under the bed.
Use this sinister source to your advantage when trying to sway your child to follow any of your home’s random rules that, truth be told, most children with the brain function of a parsnip wouldn’t bother following anyway.
But that’s not the point.
The point, as we see it in our long-term, tainted-by-Donnie-Darko worldview, is to break your child’s will and foment the beginnings of rampant paranoia that will one day have him scampering up trees like a feral tabby when any sign of danger approaches your home.
Just lay low for now, and if he's still awake after 10, just crawl out and lick his hand or something.
This Ain’t No Monsters Inc. Joy Ride, Kid
The key to using the monster under the bed is to pretend he’s sort of like your old college roommate. You’re close to him. There’s nothing you wouldn’t do for each other, only unlike your college roommate, the monster has it in for your kid.
So, you’ll say things like, “Justin, so…like, I was having a beer with the Monster last night, and he was talking trash about you—like how he wants to rip off your head and toss it to his wolf friends he invited to hang out in our back yard.
But I was like, ‘Monster dude, we’ve known each other a long time, and while I know you want to seriously hurt Justin’s head, he’s actually pretty cool. So what can I do to get you not to feed his head to the wolves that are in our back yard?’”
And, of course, the monster under the bed will request that Justin better damn well learn how to use the potty because it’s getting really old smelling his crappy diapers and, oh, while Justin is into personal development, the monster also would like him to sleep with the lights off and polish the rims on your new Escalade.
See how this can help your life tremendously? Your son shapes up, and you gain an imaginary drinking buddy.
Theres a lot of other great advice on this website: http://www.reallybadparentingadvice.com/
Funny, even if you don't have kids...
Ideias Muito Giras: Torre de Belém, dia 20 de Setembro
| VEM CONHECER A TORRE | ||||||||||||||||||
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Estrelas e Ouriços
Sábado, 5 de Setembro de 2009
Temos um na vizinhança
Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009
Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
16 livros irresistíveis para iniciar os seus filhos na leitura
Versos de Fazer ó-ó
José Jorge Letria e André Letria
Editora: Terramar
Ano: 1999
Preço: €12,47
“Há uma fada azul marinho/ Com varinha de condão/ Que põe pós de magia/ Nos olhinhos do João/ Quando o sonho de mansinho/ Já o leva pela mão”. Este é apenas um dos mais de 20 poemas de embalar que encontrará nesta espécie de arma secreta para lidar com crianças enérgicas. Com tantas referências a “ó-ó”, “soninho”, “pestana” e por aí fora, o risco será adormecer também os graúdos. Venceu o Prémio Nacional de Ilustração.
Livro com Cheiro a..., Alice Vieira
Editora: Texto Editores
Ano: desde 2005
Preço: €12,99
Um cheira a caramelo, outro a morango, outro ainda a chocolate e há um quarto de baunilha. Cada um inclui vários contos, em que Alice Vieira brinca com as palavras, com a gramática e com a acentuação. Estes “livros com cheiro” são “um apelo aos sentidos”, diz Luísa Fortes da Cunha, que os recomenda para crianças de cinco, seis e sete anos. O próximo deverá ser um livro com cheiro a ananás.
Canta o Galo Gordo
Inês Pupo e Gonçalo Pratas
Editora: Caminho
Ano: 2009
Preço: €12,90
Do primeiro dia de aulas a seguir ao Natal, passando pelo São Martinho, este título sugerido por uma das criadoras da série “Uma Aventura”, Ana Maria Magalhães, inclui poemas para todas as épocas do ano. “Pode ser lido com o professor, com os pais ou ouvido no carro”, diz. Isto, porque contém um CD com todos os textos. Indicado para crianças “no fim do infantário e no princípio da escolaridade”.
As Andanças do Senhor Fortes
António Mota
Editora: Gailivro
Ano: 2000
Preço: €9,45
“Comerciante de coisas finas, delicadas, que transportava na sua mala, o solitário senhor Fortes resolve deixar a cidade”, diz o livro. Parte para a aldeia, onde a amizade com um pastor os vai levar a uma “extraordinária aventura”. A obra é uma espécie de sucesso instantâneo entre os mais pequenos. “Já fiz a apresentação deste livro para miúdos do 2.º e do 3.º ano e eles adoraram”, garante Luísa Fortes da Cunha.
As Aventuras de Joanica-Puff
A. A. Milne
Editora: Terramar
Ano: 1926
Preço: €6,28Não só “um clássico da literatura”, mas também “um dos melhores livros de sempre, que pode ser lido muitas vezes, como se fosse sempre a primeira”, diz Álvaro Magalhães. Desde 1926 já terão sido vendidos 70 milhões de exemplares. “Em tempos violentos e incertos, Puff, com a sua sabedoria desconcertante e terra-a-terra, representa a melancolia de um mundo simples e seguro, onde nada terrível pode acontecer.”
A História Interminável (check!)
Michael Ende
Editora: Presença
Ano: 1979
Preço: €20
Qualquer leitor “se fecha num qualquer lugar para poder ler este livro sem interrupções ou entraves, apenas desejando, a cada página que passa, que ele não acabe nunca e seja, como o título promete, interminável”, assegura Álvaro Magalhães. A história de um rapaz que, “depois de viver a mais extraordinária das aventuras, descobre que o real e o imaginário” são “metades de uma totalidade mágica.”
Colecção Teodora
Luísa Fortes da Cunha
Editora: Presença
Ano: desde 2002
Preço: €8
Diz a tradição popular que a sétima filha de um casal se transforma em fada aos 12 anos. Assim nasce a história da Fada Teodora, que vive grandes aventuras com os amigos. “Explora o filão criados pelos livros do Harry Potter mas com um toque diferente”, salienta Alice Vieira. Em pouco mais de sete anos, Fortes da Cunha criou e escreveu sete títulos daquela que já é uma das mais bem- -sucedidas colecções na área.
Colecção Os Primos
Mafalda Moutinho
Editora: Dom Quixote
Ano: desde 2007
Preço: €7,75
As crianças gostam de livros de aventuras, que as prendam do princípio ao fim. A título de exemplo, Luísa Fortes da Cunha sugere esta colecção com três personagens reais: as irmãs Ana e Maria Torres e o primo André. Como são filhas de um embaixador, as manas passam a vida a viajar. Muitas vezes convidam o primo e acabam em cenários tão sugestivos como o Egipto, a China ou a Jordânia, a resolver suculentos mistérios.
A Ilha do Tesouro (check!)
R. L. Stevenson
Editora: Relógio D’Água
Ano: 1883
Preço: €12
“Agarra o leitor pelo pescoço logo na primeira frase e lança-o, sem remédio, na aventura da leitura”, elogia Álvaro Magalhães. “Quando lemos a prosa de Stevenson, esquecemo-nos de que estamos a ler, que é o melhor que pode acontecer.” Alice Vieira concorda e acrescenta: “Mete muito medo, mas não é como aquele medo artificial dos feiticeiros. As crianças precisam de o sentir. Depois passa e é um grande alívio.”
A Menina do Mar (check!)
Sophia de Mello Breyner Andresen
Editora: Figueirinhas
Ano: 1958
Preço: €8,5
Um clássico da literatura portuguesa. Se pudesse, Alice Vieira recomendaria todos os livros da poetisa. Tendo de escolher um, prefere “A Menina do Mar”, a história escrita há mais de 50 anos sobre a amizade impossível entre um rapaz e uma menina que vive no fundo do mar. “Tem uma riqueza linguística fora de série. Há poucos adjectivos. É tudo muito substantivo”, justifica a escritora. “É extraordinário.”
O Sonhador (check!)
Ian McEwan
Editora: Gradiva
Ano: 1994
Preço: €11,50
Muitos pensam que Peter Fortune é um rapaz estranho. Calado, calmo (demasiado calmo, pensarão os adultos), vive nas nuvens. Mas ele é o único que sabe “o que é estar dentro do corpo de um gato, como desmascarar o rufião da escola ou tornar toda a família invisível”, conta Álvaro Magalhães. Peter vive num mundo imaginário. O primeiro livro para crianças de McEwan mostra, diz, uma “imaginação meticulosa e vibrante”.
Coração
Edmundo De Amicis
Editora: Bertrand
Ano: 1886
Preço: €8,98
Lembra-se da série de animação que contava as dramáticas aventuras de Marco? O pequeno órfão que comoveu a geração de 70 nasceu num conto deste livro. Não é por isso que Alice Vieira, depois de o ter comprado para os filhos, continua a oferecê-lo, mas sim por causa da “crença na bondade e na solidariedade” transmitida por este diário de um rapaz de 10 anos escrito no final do século XIX.
Alice no País das Maravilhas (check!)
Lewis Carroll
Ano: 1865
Editoras e preços: Relógio D’Água, €14; Dom Quixote, €4,99 Leya, €5,95; Civ. Editora, €7
A máxima aplica-se a este e a todos os outros clássicos para crianças: ler uma e outra vez, mas sempre o original. Mesmo que a “versão Disney” pareça mais fácil, o melhor é não menosprezar as crianças. “Regra geral, retiram aquilo de que os miúdos gostam: a loucura, o nonsense”, defende Alice Vieira. “Este livro tem uma coisa rara, transgride-se tudo: na linguagem, na imaginação. A escrita é de grande qualidade.”
A Ilha do Chifre de Ouro
Álvaro Magalhães
Editora: Edições ASA
Ano: 1998
Preço: €13
“Prende-nos logo à acção. A linguagem é acessível e remete-nos para a fantasia, para outros mundos. Os miúdos gostam”, assegura Luísa Fortes da Cunha, que recomenda as obras de Álvaro Magalhães, o criador da série Triângulo Jota, aos jovens do 7.º ao 9.º anos. Ponto de partida: um distribuidor de pizzas e uma ruiva misteriosa vão parar a uma ilha que não vem nos mapas. Do mesmo autor: “O Último Grimm”.
Clarissa
Érico Veríssimo
Editora: Ambar
Ano: 1933
Preço: €18
“A minha neta está a lê-lo agora”, conta Alice Vieira. “Eu li-o em criança. Em parte, determinou ter começado a escrever.” Talvez por isso tenha a fotografia do autor, o brasileiro Érico Veríssimo, na mesa de trabalho. “Clarissa” conta a história do despertar para a vida de uma rapariga de 13 anos. “Pode ler-se hoje. Tem a ver com sentimentos”, diz Vieira. Infelizmente, está esgotado e a Ambar ainda não sabe se vai reeditá-lo.
As Aventuras de Tom Sawyer (check!)
Mark Twain
Ano: 1876
Editoras e preços: Edições Nelson de Matos, €13; Europa-América, €6,90
Mais um caso de transgressão pura. As crianças adoram. Do ponto de vista literário, “As Aventuras de Huckleberry Finn”, também de Twain, será melhor, diz Alice Vieira, mas “As Aventuras de Tom Sawyer” vence aos pontos com os jovens. Esta obra intemporal narra as peripécias de um rapaz desobediente e aventureiro no Sul dos EUA, ao longo das margens do Mississípi.
A leitura é importante para o desenvolvimento das crianças?
Sem dúvida. É um pilar essencial da aprendizagem ao longo de toda a vida. Se o aperfeiçoamento da “competência de leitura” cabe à escola, defende a psicóloga educacional Isabel Festas, a construção do “prazer da leitura” compete aos pais. “Na vida, têm mais sucesso os que lêem mais, por gosto ou com objectivos específicos”, assegura outra psicóloga educacional, Dulce Gonçalves. O psicólogo Eduardo Sá vai mais longe: “quem não lê não sabe pensar, nem interpretar aquilo que sente.”
A partir de que idade?
O mais cedo possível. “Uma das chaves do sucesso é a leitura antes da aprendizagem”, garante Isabel Festas. “A leitura feita pelo adulto.” No entanto, não vale a pena tentar pôr os miúdos a ler antes dos primeiros anos de escolaridade. “Existe uma epidemia atípica em Portugal”, comenta Eduardo Sá. “Os pais acham que as crianças devem ser todas sobredotadas.” No final do 2.º ano, avança Dulce Gonçalves, “devem ser capazes de ler cerca de 60 palavras por minuto”.
Como podem os pais motivá-las?
Primeiro, lendo-lhes histórias. “O importante para as crianças é verem o brilho nos olhos de quem conta”, diz Eduardo Sá. Ao mesmo tempo, é preciso deixá-las folhear, brincar com o livro. Quando já sabem ler, deve-se optar pela leitura partilhada. “Ora lês tu, ora leio eu”, diz Dulce Gonçalves. Pode fazer-se da leitura um jogo, antecipar o final. “E depois ler e confirmar quem adivinhou ou descobriu”, avança a psicóloga. Nos adolescentes, as regras são outras. “É preciso provocá-los, desafiá-los”, avança. Um exemplo: um livro proibido. Os próprios pais têm de dar o exemplo. “Na infância aprendemos quase tudo por observação.”
O que não devem os pais fazer?
“O pior é dar a leitura como óleo de fígado de bacalhau”, começa Eduardo Sá. Ou seja, confundir o prazer com uma tarefa escolar. Os pais “não devem ter a preocupação de avaliar o entendimento que a criança tem do que leu”, sublinha Isabel Festas. Nem, acrescenta o psicólogo, obrigar os filhos a ler obras que não lhes agradem só porque são referências literárias. Importante é perceberem os interesses dos filhos e a partir daí seleccionar as leituras.
Existem livros desaconselhados?
“Aqueles que pareçam repetitivos, obrigatórios, com os quais não sentimos afinidade ou empatia”, adianta Dulce Gonçalves. Isabel Festas acrescenta: versões simplificadas de clássicos. Ao tentarem facilitar a leitura retiram à obra as características literárias mais prazenteiras.
“Como um Romance”, Daniel Pennac (Edições ASA) (and check!)
tal é a vaidade :)
















