quinta-feira, 19 de abril de 2018
sábado, 14 de abril de 2018
sexta-feira, 6 de abril de 2018
terça-feira, 3 de abril de 2018
segunda-feira, 2 de abril de 2018
Dia Internacional do Livro Infantil / International Children's Book Day 2018
The small is big in a book
People are inclined toward rhythm and regularity, just as magnetic energy organizes metal shavings in a physics experiment, just as a snowflake creates crystals out of water. In a fairy tale or poem, children enjoy repetition, refrains, and universal motifs because they can be recognized anew each time – they bring regularity to a text. The world gains a beautiful order. I still remember how as a child I struggled with myself over justice and symmetry, over equal rights for the left and the right: if I tapped a beat on the table, I counted how many times each finger got to play, so that the other ones wouldn’t be offended. I tended to applaud by patting my right hand with the left, but then I thought that it was unfair and learned to do it the other way – left on right. This instinctive aspiration for balance is funny, of course, but it shows the need to prevent the world from becoming lopsided. I had the feeling that I was the one who was responsible for the balance of it all.
Children's inclination toward poems and stories likewise stems from their need to bring regularity to the chaos of the world. From indeterminacy, everything tends toward order. Nursery rhymes, folk songs, games, fairy tales, poetry – all these rhythmically organized forms of existence help small people structure their presence in the greater chaos. They create an instinctual awareness that order is possible in the world and everyone has his or her unique place in it. Everything works toward this goal: the rhythmic organization of the text, the rows of letters and the design of the page, the impression of the book as a well-structured whole. The great is revealed in the small and we model this in children's books even if we are not thinking about God or fractals. A children's book is a miraculous force that promotes the small person's great desire and ability to be. It promotes his or her courage to live.
In a book, the small is always big, instantly, not just upon reaching adulthood. A book is a mystery in which something unsought can be found, or something beyond one’s reach. That which readers of a certain age cannot grasp with their minds remains in their awareness as an imprint and continues to act even if not thoroughly understood. A picture book can function as a treasure chest of wisdom and culture even for adults, just as children can read a book intended for adults and find their own story, a hint about their budding lives. Cultural context shapes people, laying down the bed for impressions that will arrive in the future, as well as for the trying experiences they will have to survive while keeping themselves whole.
A children's book signifies respect for the greatness of the small. It signifies a world that is created anew each time, a playful and beautiful seriousness, without which everything, including children's literature, is just empty busywork.
In short:
A book makes the small person intuit that order is possible in the world, and everyone has a unique place in it. Everything works toward this goal: the rhythmic organization of the text, the rows of letters, the design of the page, the impression of the book as a well-structured whole. The great is revealed in the small and we model it in children's books. A book is a mystery in which something unsought can be found, or something beyond one’s reach. A children's book signifies respect for the greatness of the small.
quarta-feira, 28 de março de 2018
sexta-feira, 23 de março de 2018
segunda-feira, 19 de março de 2018
quinta-feira, 1 de março de 2018
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
domingo, 10 de dezembro de 2017
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
terça-feira, 21 de novembro de 2017
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
terça-feira, 31 de outubro de 2017
terça-feira, 24 de outubro de 2017
A VELHA DA GATA E A GATA DA VELHA - Tóssan
Uma velha tinha um gato
e o gato tinha uma velha
mas o gato que a velha tinha
tinha a tinha que tinha a velha.
E não era gato, era gata.
A velha da gata
de velha que era,
sofria da telha ou da pinha
e a gata da velha, de tão velha,
já era velhinha.
A velha, de velha, já andava de gatas
e a gata já andava de velhas.
Quando a velha andava de gatas
parecia a gata da velha,
e como a velha dobrava a espinha
a gata queria comer a espinha da velha.
Tudo pela gata ter tinha
e a velha sofrer da pinha.
Quando a gata chorava,
a velha miava.
Ficava sem se saber
qual era a gata ou qual era a velha
que debaixo da cama vinha,
em cima da cama estava,
debaixo da cama dormia,
e por cima ressonava.
A velha tinha fôlego de gata!
E junto à cabeceira
a gaita de foles estava.
Quando a velha gaiteia
tocava na velha gaita,
chorava a gata da velha
por causa dos foles da gaita.
A velha que tinha gôta
caiu no goto da gata
morrendo a gata de gôta,
ficando a velha gótica
sem gôta e sem gata.
Mas como ainda tinha tinha
e sobria da velha telha,
juntou-se a tinha na pinha
e morreu careca a velha.
As Queridas Bibliotecas de José Fanha
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
quarta-feira, 17 de maio de 2017
sábado, 22 de abril de 2017
sábado, 15 de abril de 2017
sexta-feira, 14 de abril de 2017
quinta-feira, 6 de abril de 2017
domingo, 2 de abril de 2017
quarta-feira, 8 de março de 2017
segunda-feira, 6 de março de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Ciência Viva para pessoas curiosas
Infografia de Alberto Faria para o Público
Uma viagem por Portugal pode ser feita de várias formas. Em livros, de carro, de comboio, pelas tradições ou com um GPS no telemóvel. E se tudo isto se juntasse? Pois, foi mesmo isto que a Rede de Centros de Ciência Viva ponderou. Daí saíram os Circuitos Ciência Viva – um projecto que conta com 18 circuitos, 54 percursos, 200 etapas e muitos desafios. A viagem pode ser feita com um guia em papel, uma aplicação no telemóvel e um cartão com descontos.
A ideia dos Circuitos Ciência Viva surgiu a partir da Rede de Centros Ciência Viva já instalada pelo país. “Muitas vezes, as pessoas não vêem esta rede como um todo porque apenas a conhecem dentro do seu espectro regional”, começa por dizer-nos Filipa Dias, coordenadora dos Circuitos de Ciência Viva.
A Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica foi criada em 1996, pelo então ministro da Ciência José Mariano Gago (1948-2016), para aproximar todas as pessoas do mundo da ciência. Uma agência só para a cultura científica é considerada por muitos como algo inovador, uma vez que muitos países não têm uma.
Depois, foram surgindo os Centros Ciência Viva pelo país. A ciência foi ter com as pessoas e, actualmente, existem Centros Ciência Viva num antigo mosteiro, numa aldeia mineira ou numa fábrica. Só em 2016 um pouco mais de 549 mil pessoas visitaram os Centros Ciência Viva em todo o país, segundo a agência Ciência Viva. O mais visitado foi o de Lisboa, o Pavilhão do Conhecimento, que teve 220 mil visitantes no ano passado.
Mas a agência Ciência Viva pretendia dar um novo incentivo à divulgação da ciência. E não queria apenas levar as pessoas a visitar os centros e a participar nas suas actividades. Algo mais teria de ser pensado. Por que não trabalhar com o que cada região dos centros tem para dar? “Desafiámos os centros Ciência Viva a olharem à sua volta e a seleccionarem pontos de interesses e instituições”, conta Filipa Dias. “Um projecto desta envergadura não se faz sozinho. É um projecto claramente construído em rede.”
Como tal, foi definido um conceito – o de “turismo de conhecimento”. Neste tipo de turismo, os centros seriam o ponto de partida, os “anfitriões”, como Filipa Dias os nomeia. As actividades de ciência, tecnologia e cultura dos centros estariam no centro das atenções, mas teria de existir interligações com os museus mais próximos, a geografia da região, as histórias dos seus habitantes e as tradições das localidades. “Quisemos de alguma forma formalizar a rede de centros com um conteúdo diferente. Uma das mais-valias deste projecto é que já tínhamos um conteúdo produzido”, explica a sua coordenadora.
Também Filipa Dias percorreu todos os 20 centros Ciência Viva existentes em Portugal continental (Bragança, Guimarães, Vila do Conde, dois no Porto, Aveiro, dois em Coimbra, Proença-a-Nova, Alviela, Constância, Sintra, dois em Lisboa, Estremoz, Lousal, Lagos, Faro, Tavira) e nos Açores. Juntamente com Filipa Dias, foi Leonel Alegre que viria a escrever os textos, e Vera Menino que seria a fotógrafa. Os três foram à descoberta do que havia em volta. Ao fim de um ano de viagens e perguntas (muitas perguntas), foi possível desenhar 18 circuitos (alguns centros juntaram-se, como os de Coimbra), cada um oferece três percursos, com uma dificuldade entre o fácil, o médio e o difícil. Nestes três percursos de cada circuito, um é para todo o dia, outro para a manhã e ainda um outro para a tarde.
Para isto, terá de se adquirir o kit dos Circuitos Ciência Viva no valor de 50 euros (que dá para toda a família, duas pessoas ou uma só) e que tem um guia com histórias dos centros, dos museus e das localidades onde os centros Ciência Viva se instalaram. Há também uma aplicação para o telemóvel com mapas, percursos e desafios. E um cartão com descontos em cerca de 100 instituições de ciência, cultura e lazer, como museus ou reservas naturais, assim como descontos em alojamento, alimentação e viagens. E, claro, entrada livre em todos os centros Ciência Viva. Este cartão tem a duração de um ano e depois terá de ser renovado. Até ao momento, o kit dos Circuitos de Ciência Viva pode ser comprado no site do projecto ou nos centros Ciência Viva. A aplicação já está disponível em inglês e, em breve, o guia também.
Filipa Dias não tem dúvidas: “Estes circuitos são para pessoas curiosas.” O que interessa é ter vontade de descobrir o local, seja em família, com o grupo de amigos ou até mesmo sozinho. “O ritmo com que a pessoa faz o percurso e a profundidade com que desenvolve o tema estão ao critério de cada um”, diz Filipa Dias. “Depois, tentamos chamar a atenção para o que é melhor, se for no Inverno dá para ver as camélias, ou se quiser ver as salinas mais vale ir na Primavera ou no Verão.”
“Nunca vai ser uma viagem igual”, avisa Filipa Dias. Além de cada pessoa poder escolher os seus percursos e visitar as exposições permanentes nos centros ou nos museus, no site há uma agenda com os eventos dos centros em todo o país. Mas ainda há um trunfo nestes circuitos: a ligação dos centros Ciência Viva com a comunidade. “A Ciência Viva tem uma grande tradição de ligação com as comunidades. Afinal, tudo tem uma ciência”, salienta Filipa Dias. A ciência do pescador em Tavira ou a do artesão do barro em Estremoz vão estar nestes percursos. Além disso, este projecto também quer diferenciar-se pela sua actualização: “Podemos criar sempre mais percursos, sendo que a própria Rede de centros Ciência Viva está em crescimento.”
Esse crescimento é confirmado por Rosalia Vargas, presidente da Agência Ciência Viva: “A rede é um projecto em crescimento e já estamos a trabalhar em novos centros de ciência.” Já se perspectiva a ampliação da rede para Braga, a Serra da Estrela e Peniche, assim como o alargamento do centro de Guimarães ou a reabertura do centro do Porto. “No momento em que temos uma rede de centros como esta, já podemos dizer que temos massa crítica suficiente para trabalhar a própria ideia de rede”, destaca.
No turismo do conhecimento que se pode fazer com estes circuitos, Rosalia Vargas afirma: “A ciência está à nossa volta e na Ciência Viva queremos democratizar o saber. É como quem vai à descoberta de tesouros”, salienta. Quer seja através do guia, da aplicação ou da indicação de um cientista num centro Ciência Viva, de um técnico de museu ou um habitante local, Rosalia Vargas tem uma certeza: “São muitos os tesouros nestes circuitos, sendo o maior deles o conhecimento que temos para partilhar.”
Uma viagem por Portugal pode ser feita de várias formas. Em livros, de carro, de comboio, pelas tradições ou com um GPS no telemóvel. E se tudo isto se juntasse? Pois, foi mesmo isto que a Rede de Centros de Ciência Viva ponderou. Daí saíram os Circuitos Ciência Viva – um projecto que conta com 18 circuitos, 54 percursos, 200 etapas e muitos desafios. A viagem pode ser feita com um guia em papel, uma aplicação no telemóvel e um cartão com descontos.
A ideia dos Circuitos Ciência Viva surgiu a partir da Rede de Centros Ciência Viva já instalada pelo país. “Muitas vezes, as pessoas não vêem esta rede como um todo porque apenas a conhecem dentro do seu espectro regional”, começa por dizer-nos Filipa Dias, coordenadora dos Circuitos de Ciência Viva.
A Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica foi criada em 1996, pelo então ministro da Ciência José Mariano Gago (1948-2016), para aproximar todas as pessoas do mundo da ciência. Uma agência só para a cultura científica é considerada por muitos como algo inovador, uma vez que muitos países não têm uma.
Depois, foram surgindo os Centros Ciência Viva pelo país. A ciência foi ter com as pessoas e, actualmente, existem Centros Ciência Viva num antigo mosteiro, numa aldeia mineira ou numa fábrica. Só em 2016 um pouco mais de 549 mil pessoas visitaram os Centros Ciência Viva em todo o país, segundo a agência Ciência Viva. O mais visitado foi o de Lisboa, o Pavilhão do Conhecimento, que teve 220 mil visitantes no ano passado.
Mas a agência Ciência Viva pretendia dar um novo incentivo à divulgação da ciência. E não queria apenas levar as pessoas a visitar os centros e a participar nas suas actividades. Algo mais teria de ser pensado. Por que não trabalhar com o que cada região dos centros tem para dar? “Desafiámos os centros Ciência Viva a olharem à sua volta e a seleccionarem pontos de interesses e instituições”, conta Filipa Dias. “Um projecto desta envergadura não se faz sozinho. É um projecto claramente construído em rede.”
Como tal, foi definido um conceito – o de “turismo de conhecimento”. Neste tipo de turismo, os centros seriam o ponto de partida, os “anfitriões”, como Filipa Dias os nomeia. As actividades de ciência, tecnologia e cultura dos centros estariam no centro das atenções, mas teria de existir interligações com os museus mais próximos, a geografia da região, as histórias dos seus habitantes e as tradições das localidades. “Quisemos de alguma forma formalizar a rede de centros com um conteúdo diferente. Uma das mais-valias deste projecto é que já tínhamos um conteúdo produzido”, explica a sua coordenadora.
Também Filipa Dias percorreu todos os 20 centros Ciência Viva existentes em Portugal continental (Bragança, Guimarães, Vila do Conde, dois no Porto, Aveiro, dois em Coimbra, Proença-a-Nova, Alviela, Constância, Sintra, dois em Lisboa, Estremoz, Lousal, Lagos, Faro, Tavira) e nos Açores. Juntamente com Filipa Dias, foi Leonel Alegre que viria a escrever os textos, e Vera Menino que seria a fotógrafa. Os três foram à descoberta do que havia em volta. Ao fim de um ano de viagens e perguntas (muitas perguntas), foi possível desenhar 18 circuitos (alguns centros juntaram-se, como os de Coimbra), cada um oferece três percursos, com uma dificuldade entre o fácil, o médio e o difícil. Nestes três percursos de cada circuito, um é para todo o dia, outro para a manhã e ainda um outro para a tarde.
Para isto, terá de se adquirir o kit dos Circuitos Ciência Viva no valor de 50 euros (que dá para toda a família, duas pessoas ou uma só) e que tem um guia com histórias dos centros, dos museus e das localidades onde os centros Ciência Viva se instalaram. Há também uma aplicação para o telemóvel com mapas, percursos e desafios. E um cartão com descontos em cerca de 100 instituições de ciência, cultura e lazer, como museus ou reservas naturais, assim como descontos em alojamento, alimentação e viagens. E, claro, entrada livre em todos os centros Ciência Viva. Este cartão tem a duração de um ano e depois terá de ser renovado. Até ao momento, o kit dos Circuitos de Ciência Viva pode ser comprado no site do projecto ou nos centros Ciência Viva. A aplicação já está disponível em inglês e, em breve, o guia também.
Filipa Dias não tem dúvidas: “Estes circuitos são para pessoas curiosas.” O que interessa é ter vontade de descobrir o local, seja em família, com o grupo de amigos ou até mesmo sozinho. “O ritmo com que a pessoa faz o percurso e a profundidade com que desenvolve o tema estão ao critério de cada um”, diz Filipa Dias. “Depois, tentamos chamar a atenção para o que é melhor, se for no Inverno dá para ver as camélias, ou se quiser ver as salinas mais vale ir na Primavera ou no Verão.”
“Nunca vai ser uma viagem igual”, avisa Filipa Dias. Além de cada pessoa poder escolher os seus percursos e visitar as exposições permanentes nos centros ou nos museus, no site há uma agenda com os eventos dos centros em todo o país. Mas ainda há um trunfo nestes circuitos: a ligação dos centros Ciência Viva com a comunidade. “A Ciência Viva tem uma grande tradição de ligação com as comunidades. Afinal, tudo tem uma ciência”, salienta Filipa Dias. A ciência do pescador em Tavira ou a do artesão do barro em Estremoz vão estar nestes percursos. Além disso, este projecto também quer diferenciar-se pela sua actualização: “Podemos criar sempre mais percursos, sendo que a própria Rede de centros Ciência Viva está em crescimento.”
Esse crescimento é confirmado por Rosalia Vargas, presidente da Agência Ciência Viva: “A rede é um projecto em crescimento e já estamos a trabalhar em novos centros de ciência.” Já se perspectiva a ampliação da rede para Braga, a Serra da Estrela e Peniche, assim como o alargamento do centro de Guimarães ou a reabertura do centro do Porto. “No momento em que temos uma rede de centros como esta, já podemos dizer que temos massa crítica suficiente para trabalhar a própria ideia de rede”, destaca.
No turismo do conhecimento que se pode fazer com estes circuitos, Rosalia Vargas afirma: “A ciência está à nossa volta e na Ciência Viva queremos democratizar o saber. É como quem vai à descoberta de tesouros”, salienta. Quer seja através do guia, da aplicação ou da indicação de um cientista num centro Ciência Viva, de um técnico de museu ou um habitante local, Rosalia Vargas tem uma certeza: “São muitos os tesouros nestes circuitos, sendo o maior deles o conhecimento que temos para partilhar.”
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Slava Polunine, palhaço filósofo
For clown philosophers like Slava Polunin, happiness is both an art form
and a mission statement. Through constant and playful practice, Polunin
has dedicated the past 40 years of his life to nurturing the art of
foolishness. Blurring the line between fantasy and real life, Polunin’s
famous shows have brought joy to millions of people around the world.
In this short film by the American Theatre Wing, enter the whimsical world of Slava Polunin and follow clowns Brent McBeth, Joel Jeske, and David Shiner through their routines. Rooted in physical comedy, clowning has been transcending cultural barriers since ancient times. Speaking the universal language of laughter, clowns bring people together to share in the joy and absurdity of the human condition. As said by Big Apple Circus clown Joel Jeske, "Clowns fall down so we don't have to."
Credits: Directed and produced by Margarita Jimeno; cinematography by Daniel Takács and Adam Jandrup; edited by Sofia Subercaseaux; music composition by Julio Monterrey.
In this short film by the American Theatre Wing, enter the whimsical world of Slava Polunin and follow clowns Brent McBeth, Joel Jeske, and David Shiner through their routines. Rooted in physical comedy, clowning has been transcending cultural barriers since ancient times. Speaking the universal language of laughter, clowns bring people together to share in the joy and absurdity of the human condition. As said by Big Apple Circus clown Joel Jeske, "Clowns fall down so we don't have to."
Credits: Directed and produced by Margarita Jimeno; cinematography by Daniel Takács and Adam Jandrup; edited by Sofia Subercaseaux; music composition by Julio Monterrey.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
terça-feira, 19 de julho de 2016
segunda-feira, 18 de julho de 2016
terça-feira, 24 de maio de 2016
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