quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Whoopi escreve livros para crianças ;)
by Whoopi Goldberg (Author), Deborah Underwood (Author), Nancy Cato (Illustrator)
Mais livros em ACME Whoopi ;)
Coisas ouvidas / lidas em séries de TV
Adrian Monk para a mulher com quem vai sair:
Nasceste de cesariana?
sábado, 13 de dezembro de 2008
Vive la France IV: Capucine et la langue française
Sa Maman: Comment ça, essorée ?
Capucine: Ben oui, regarde : mon bonnet, mon écharpe et mes gants, ils sont tous de la même couleur. Je suis bien essorée.
Sa Maman: Tu veux dire, "assortie" ?
Capucine: Ah oui, "assortie" !
:-Þ
Capucine: J'ai de la chance d'être française.
Son Papa: Pourquoi ?
Capucine: Parce que comme ça, tu comprends tout ce que je dis.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Cortázar para crianças

| Discurso do urso Julio Cortázar Emilio Urberuaga Tradução: Elisabete Ramos |
«No Verão, à noite, nado no depósito picotado de estrelas. Lavo a cara com uma mão, depois com a outra, depois com as duas juntas, e isso dá-me uma enorme alegria.»
Um urso que habita as tubagens de um edifício vai descobrindo a estranha e solitária vida dos seres humanos. Trata-se de uma estória espantosa, fiel expoente da literatura de Julio Cortázar, que incluiu este conto no seu livro Historias de cronopios y de famas, considerado pelo autor argentino Alberto Cousté “uma espécie de ética, disfarçada pelo humor e protegida da solenidade pela ternura”.
Cortázar reúne nesta obra uma sucessão de situações descabidas, retalhos do seu humor surrealista que deitam por terra o racionalismo trivial e mecanizado, com que expressa a sua rebeldia contra os objectos e pessoas que constituem a nossa vida quotidiana e a nossa maneira mecânica de nos relacionarmos com ela.
A palavra “cronópio” surgiu pela primeira vez em 1952, por ocasião da crónica sobre um concerto a que Cortázar assistiu em Paris em homenagem a Igor Stranvinsky. Enquanto o público saía no entreacto, o escritor permaneceu no teatro, onde sentiu a sensação de que “havia no ar personagens inexplicáveis, uma espécie de balões verdes, muito cómicos, muito divertidos e muito amigos, que andavam por aí a circular”.
Deu-lhes esse nome e disse acerca dos cronópios que “são um pouco a conduta do poeta, do associal, do homem que vive um pouco à margem das coisas”, por contraposição ao conceito de “famas”, que atribuiu a “grandes gerentes de bancos, presidentes da República, pessoas sérias que defendem a ordem”.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
domingo, 23 de novembro de 2008
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Vive la France II: Capucine
Não a modelo e actriz dos anos 60, mas sim uma adorável menina francesa a quem os Americanos já chamam Amélie Jr.
Encontrado pelo Papá na Jezebel, de que saliento um dos comentários:
«Note to self: reproduce with a francophone. Have adorable babies.»

